Netanyahu agradece à extrema-direita por defender Israel
Em um breve vídeo enviado à Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) em Budapeste, Benjamin Netanyahu expressou sua gratidão à extrema-direita por apoiar Israel. Ele mencionou que esses “fanáticos radicais” não apenas oprimem seus próprios povos, mas também representam uma ameaça para países árabes aliados e para as nações presentes no evento.
O líder israelense também elogiou o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, descrevendo-o como um pilar de estabilidade em tempos turbulentos, capaz de garantir segurança e proteção para seu país e seus cidadãos.
“Estamos enfrentando tempos desafiadores. Precisamos de líderes que possam lidar com essa crescente ameaça e assegurar a segurança e a estabilidade de suas nações, e Orbán oferece exatamente isso”, afirmou Netanyahu.
A CPAC está em sua quinta edição em Budapeste, reunindo cerca de 700 participantes de 51 países, incluindo o presidente da Argentina, Javier Milei, e o líder do partido de extrema direita espanhol Vox, Santiago Abascal.
Também marcam presença no evento a líder do partido de extrema direita alemão Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, juntamente com centenas de outros políticos e ativistas.
É esperada a participação do presidente do partido Chega, André Ventura, e de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro.
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel realizaram um ataque militar contra o Irã, resultando na morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989. Atualmente, o Conselho de Liderança Iraniano assumiu o controle do país.
O Irã fechou o Estreito de Ormuz e retaliou com ataques a Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Além disso, foram registrados incidentes com projéteis iranianos em Chipre e Turquia.
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