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Aluno é ameaçado com faca na saída de escola em Anchieta; mãe denuncia omissão e teme pela vida do filho | Jornal Espírito Santo Notícias

Aluno é ameaçado com faca na saída de escola em Anchieta; mãe denuncia omissão e teme pela vida do filho | Jornal Espírito Santo Notícias

Aluno é ameaçado com faca na saída de escola em Anchieta; mãe denuncia omissão e teme pela vida do filho | Jornal Espírito Santo Notícias

Caso envolve filho de coordenadora da unidade; incidente foi registrado horas antes do ocorrido

Um estudante foi vítima de uma tentativa de ataque com faca ao sair da EMEB Amarilis Fernandes Garcia, em Anchieta, nesta quinta-feira (9). Segundo o relato da mãe, Fernanda de Oliveira de Carvalho, o agressor seria o filho de uma coordenadora da própria escola.

Conforme a mãe, o incidente ocorreu por volta de 11h30, quando os alunos deixavam a escola em direção ao transporte escolar. O jovem foi surpreendido por um indivíduo escondido próximo à saída, atrás da coordenadora. Ao se aproximar, o suspeito sacou uma faca e ameaçou matá-lo.

O estudante conseguiu escapar correndo e entrou no ônibus escolar, momento em que o motorista fechou a porta. O agressor ainda tentou alcançá-lo, mas não teve êxito.

Um aspecto que levanta questionamentos, de acordo com a família, é que a coordenadora havia registrado um boletim de ocorrência contra o estudante pela manhã, alegando ameaça. Pouco tempo depois, seu filho apareceu na escola e protagonizou o incidente com a faca.

A mãe afirma que o filho vinha sendo alvo de perseguição por parte da profissional desde o ano anterior, situação que persistiu ao longo deste ano. O próprio aluno mencionou que enfrentava tal comportamento recorrente dentro da instituição de ensino.

Outro ponto destacado pela família é que, durante o ocorrido, a coordenadora interveio somente no local da ameaça. Conforme os relatos, ela conteve o filho e o repreendeu por suas ações, o que gera dúvidas quanto à gestão da situação.

Após o incidente, Fernanda procurou a delegacia para registrar a ocorrência. Ela expressou preocupação com a segurança do filho e solicitou medidas por parte das autoridades e da direção da escola.

A reportagem contatou a diretora da Escola Amarílis, Gina, questionando se a direção estava ciente da situação, quais ações foram tomadas após o acontecimento, se a coordenadora continua em atividade e como está sendo abordada a segurança dos alunos. Até o momento da publicação, não houve retorno.

A Polícia Civil também foi consultada para informar se tem conhecimento do incidente, se o caso está sob investigação, esclarecer por que a mãe não teve acesso ao boletim de ocorrência e fornecer mais detalhes oficiais sobre o evento. Até o momento, não houve resposta.

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