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Genial/Quaest: Flávio tem a maior rejeição, de 55%, e Lula é rejeitado por 54% dos eleitores | Política

Genial/Quaest: Flávio tem a maior rejeição, de 55%, e Lula é rejeitado por 54% dos eleitores | Política

Genial/Quaest: Flávio tem a maior rejeição, de 55%, e Lula é rejeitado por 54% dos eleitores | Política

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem a maior rejeição numérica entre os pré-candidatos à Presidência, de 55%, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é rejeitado por 54% dos entrevistados.

A rejeição de Flávio, apesar de ser a maior, diminuiu em relação a dezembro, passando de 60% para 55%. Já a de Lula se manteve, com os mesmos 54%.

A terceira maior rejeição é do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de 43%. Em dezembro, era de 47%. Tarcísio tem dito que tentará a reeleição em São Paulo, mas tem sido incentivado por lideranças da direita a disputar a Presidência. Na comparação com Lula e Flávio, o governador paulista é menos conhecido. Ao todo, 31% responderam que não o conhecem. Já o petista é desconhecido por apenas 3% dos eleitores entrevistados e Flávio, por 11%.

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), é rejeitado por 41% (eram 39% em dezembro), e o de Goiás, Ronaldo Caiado (União), por 36% (eram 40%). A rejeição do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), é de 36% (era 35%). Aldo Rebelo (DC) tem rejeição de 27% e Renan Santos (Missão), de 21%.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi feito entre 8 e 11 de janeiro, com 2.004 entrevistas presenciais.

Avaliação do governo Lula

Em seu terceiro mandato na Presidência, Lula está fazendo um governo pior do que os anteriores para 43% dos entrevistados. Para 21%, a atual gestão é melhor do que as anteriores. Outros 21% disseram que o governo está igual, porque já esperava que seria bom e 11% consideram que está igual, porque tinha a expectativa de que seria ruim.

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em pronunciamento à bancada — Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

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