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Três atos de arrogância de jogadores da seleção brasileira na Copa

Três atos de arrogância de jogadores da seleção brasileira na Copa

Três atos de arrogância de jogadores da seleção brasileira na Copa

Carlo Ancelotti –  (Marc Atkins/Getty Images)

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O empate em 1 a 1 para o Marrocos não fez os jogadores da seleção brasileira vestirem a camisa da humildade ao encararem a cobrança da mídia e dos torcedores. Pelo contrário. Vestidos da irritação, se incomodam ao serem questionados do óbvio: quando, afinal, será mostrado o futebol-arte que fez o mundo se encantar pela seleção? A seguir, três atos de arrogância – ou de soberba – que mostram o clima nada ameno nos bastidores do time formado por Carlo Lancelotti.

Após a partida de sábado, 13, um repórter questiona a Matheus Cunha: “Até aonde o Brasil vai chegar (na Copa)?”. Eia a resposta dele: “Bem, eu não sei, não sou vidente, não trabalho com isso”.

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O goleiro Alisson foi questionado se ele se sentia culpado pelo empate da seleção, por não segurar o gol do Marrocos que abriu o placar do jogo de estreia. Ele rebateu: “Todos erraram”. E saiu de cara fechada.

Após o final da estreia, Luiz Henrique falou em entrevista para a TV Globo sobre o resultado. O jogador entrou no decorrer do segundo tempo e participou de boa parte das ações da seleção para tentar, em vão, a virada. “O mais importante é que a gente não saiu derrotado da partida de hoje agora vamos dar o seguimento para a próxima partida”, disse, sem reconhecer que falta muito para a seleção mostrar que é sim capaz de trazer o hexa.

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