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Carlos Omaki e Marina Danzini participam de congresso para treinadores no US Open com grandes nomes do esporte

Carlos Omaki e Marina Danzini participam de congresso para treinadores no US Open com grandes nomes do esporte

Carlos Omaki e Marina Danzini participam de congresso para treinadores no US Open com grandes nomes do esporte

Carlos Omaki e Marina Danzini, principais treinadores e coordenadores da equipe COT – Carlos Omaki Treinamento, seguem em constante atualização, sempre atentos ao que há de melhor no tênis mundial em termos de ensino, treinamento e desenvolvimento de atletas. Eles participaram de congresso para treinadores esta semana no US Open, em Nova York, que contou com grandes nomes do esporte.

Mais do que acompanhar tendências técnicas, porém, o foco do trabalho permanece principalmente no desenvolvimento do ser humano e na busca pela melhor versão de cada atleta.

O congresso contou com presenças de Andre Agassi, o treinador de Jannik Sinner, o australiano Darren Cahill, a treinadora de Marta Kostyuk, a polonesa Sandra Zaniewska, Paul Annacone, ex-treinador de Pete Sampras, a lenda americana Billie Jean King, multicampeã de Grand Slam que dá nome ao complexo do Aberto dos Estados Unidos, entre outros.

Para Omaki, o talento, isoladamente, não é o que conduz um atleta ao alto nível. O que realmente faz diferença são seus comportamentos, suas rotinas, sua maneira de pensar, suas crenças e a capacidade de transformar trabalho, disciplina e ética em hábitos permanentes.

Segundo o treinador, esses foram alguns dos temas bastante abordados durante o congresso nos Estados Unidos: “Motivar pessoas, fazê-las acreditar em seu potencial e, principalmente, acreditar no trabalho realizado diariamente é um dos grandes desafios de quem ensina. Para que isso aconteça, é fundamental que o próprio professor ou treinador acredite em sua capacidade e, acima de tudo, na capacidade do aluno ou atleta que está à sua frente”, disse Danzini.

Omaki destaca ainda que a busca por conhecimento precisa estar diretamente ligada à identidade e à metodologia de cada trabalho: “Quando buscamos conhecimento, não procuramos simplesmente novidades ou vantagens pessoais. Buscamos informações que possam ser realmente relevantes dentro do nosso processo de formação. Depois vem talvez a parte mais difícil: selecionar aquilo que pode complementar o nosso trabalho e entender de que maneira esses novos conhecimentos podem ser incorporados ao nosso sistema, sem perder aquilo em que acreditamos.”

Para este congresso, a intenção inicial era contar com a presença de outros integrantes da equipe técnica. No entanto, conciliar as datas com os calendários de competições dos atletas e com a programação anual da equipe tornou essa possibilidade difícil: “Estamos vivendo um ano de muito trabalho e excelentes resultados, o que naturalmente torna o tempo disponível cada vez mais raro”, explica Omaki.

Para Marina Danzini, o congresso se destaca pela qualidade dos temas, dos palestrantes e, principalmente, pela maneira como teoria e prática são apresentadas: “É um congresso que conquista pela elaboração dos temas, pela qualidade dos palestrantes e pela estrutura das apresentações, especialmente na parte prática, utilizando o complexo do US Open. Ter um dia inteiro para acompanhar alguns dos melhores jogadores do mundo treinando é algo extremamente motivador e, ao mesmo tempo, muito realista. Poder observá-los em ação às vésperas de um dos torneios mais importantes e exigentes do calendário mundial nos permite enxergar, de muito perto, como eles se preparam para entregar o seu melhor.”

Para Omaki e Danzini, experiências como essa reforçam uma premissa que acompanha o trabalho do COT há décadas: continuar aprendendo, questionando e evoluindo para ensinar cada vez melhor.

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