×

Trump divulga mensagem de Macron questionando ações sobre a Groenlândia

Trump divulga mensagem de Macron questionando ações sobre a Groenlândia

Trump divulga mensagem de Macron questionando ações sobre a Groenlândia

Emmanuel Macron, presidente da França, questionou as ações de Donald Trump na Groenlândia e propôs sediar uma reunião do G7 com a presença de outros países, incluindo a Rússia, conforme mensagens publicadas online por Trump.

Nas mensagens, Macron sugeriu que ucranianos, dinamarqueses, sírios e russos poderiam participar de um encontro à margem do G7 na quinta-feira (22) e também convidou Trump para jantar em Paris.

Fontes próximas a Macron confirmaram a autenticidade das mensagens compartilhadas. Não há informações sobre eventuais respostas de Trump às mensagens.

A Casa Branca e o gabinete de Macron não se pronunciaram sobre o assunto.

Macron, chamando Trump de “amigo” nas mensagens, expressou apoio comum em relação à Síria e mencionou a possibilidade de grandes ações em relação ao Irã.

Reunião de crise sobre a Groenlândia planejada

Trump fez a divulgação após os líderes da União Europeia decidirem se reunir em Bruxelas para uma cúpula de emergência em resposta às ameaças de tarifas do presidente americano devido à questão da Groenlândia.

Macron criticou as ameaças de Trump em relação às tarifas sobre a Groenlândia.

A divulgação no Truth Social ocorreu logo após o anúncio de Trump sobre tarifas extras sobre vinhos e champanhes franceses, visando pressionar Macron a aderir à iniciativa de paz do presidente americano.

Não foi informado o momento em que Macron enviou as mensagens a Trump.

Macron tem viagem agendada para o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, indo de Paris e retornando no mesmo dia que Trump chegará à cidade.

Em declarações anteriores, Macron mencionou a possibilidade da Europa negociar diretamente com Vladimir Putin se as mediações lideradas pelos EUA na Ucrânia não avançarem.

Macron afirmou recentemente que a França fornece a maior parte das informações de inteligência à Ucrânia, substituindo em grande medida os EUA.

Créditos