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Amanda Kimberlly aciona Justiça por filha de Neymar

Amanda Kimberlly aciona Justiça por filha de Neymar

Amanda Kimberlly aciona Justiça por filha de Neymar

A modelo e influenciadora Amanda Kimberlly voltou a acionar a Justiça para proteger a filha, Helena, de dois anos. A menina é fruto do relacionamento com o jogador Neymar Jr. e virou alvo de uma nova onda de ataques virtuais nos últimos dias.

Revoltada com a repetição das ofensas, Amanda Kimberlly registrou um boletim de ocorrência. Além disso, pediu à plataforma X, antigo Twitter, que preserve e forneça os dados cadastrais dos perfis que publicaram as agressões.

Amanda Kimberlly pede dados dos agressores à plataforma X

O pedido de preservação de dados garante que os responsáveis sejam identificados mesmo que apaguem as contas após a repercussão. A estratégia é comum em casos de ataques na internet, quando o autor tenta sumir com as mensagens para escapar de punição.

A influenciadora afirma que pretende responsabilizar os autores nas esferas cível e criminal. Para ela, rusgas entre adultos nunca deveriam servir de pretexto para descarregar ódio sobre uma criança indefesa.

“Tenho interesse em proteger minha filha e fazer com que aqueles que ultrapassem os limites da liberdade de expressão respondam por seus atos”, escreveu Amanda em suas redes sociais.

Modelo diz que o silêncio não é passividade

A modelo explicou que, em outros momentos, preferiu não comentar os ataques. Segundo ela, falar do assunto daria visibilidade justamente a quem busca atenção. No entanto, as ofensas passaram de todos os limites, e o silêncio deixou de ser uma opção.

Amanda reforçou que não quer transformar o caso em disputa pública por holofotes. Ela diz que sua cobrança é firme e pedagógica, para que ninguém se sinta livre para agredir uma criança pela internet.

Como funciona o pedido de dados a uma rede social

Quando um crime acontece na internet, a vítima registra a ocorrência e pede a guarda dos dados ao provedor. Como resultado, a plataforma fica obrigada a manter as informações por um período, mesmo que a conta seja excluída.

Esse passo é decisivo. Sem os dados, a investigação não consegue identificar quem está por trás de um perfil anônimo. Portanto, quanto mais rápido o pedido chega, maior a chance de localizar os responsáveis.

O que diz o Estatuto da Criança e do Adolescente

A legislação brasileira prevê punição para quem ofende menores de idade, inclusive no ambiente digital. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) protege a imagem e a dignidade de meninos e meninas.

Além disso, a Constituição garante a proteção integral de crianças e adolescentes. Assim, quem publica conteúdo ofensivo contra uma criança pode responder por dano moral e por crime, de acordo com a gravidade do caso.

Por que ataques a filhos de famosos cresceram

Casos de agressão a filhos de celebridades se multiplicaram com a popularização das redes sociais. A exposição da vida pessoal de artistas e atletas costuma levar ataques também aos familiares, inclusive a crianças pequenas.

Diante disso, cresceu o número de famílias que recorrem à polícia e à Justiça para conter o problema. Muitas passaram a documentar cada ofensa e a cobrar respostas das plataformas.

Neymar e os filhos: entenda o contexto

Helena é uma das filhas de Neymar Jr. O jogador também é pai de Davi Lucca e de Mavie, e anunciou recentemente a chegada de mais um bebê. A exposição da vida pessoal do atleta costuma levar ataques também aos familiares.

O que esperar daqui para frente

Agora, a Justiça deve analisar o pedido de preservação de dados e a identificação dos perfis envolvidos. Se os ataques forem confirmados, os responsáveis podem ser obrigados a indenizar a família.

O caso reacende um debate que ganha força no país: até onde vai a liberdade de expressão quando o alvo é uma criança. Enquanto isso, Amanda Kimberlly afirma que sua prioridade continua sendo a filha.

Com informações do portal Contigo!

RedeBrasil

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