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PPPs de rodovias e saneamento lideram em investimentos contratados em 2025

PPPs de rodovias e saneamento lideram em investimentos contratados em 2025

PPPs de rodovias e saneamento lideram em investimentos contratados em 2025

As Parcerias Público-Privadas (PPPs) destinadas a rodovias e saneamento, firmadas em 2025, totalizaram mais de R$ 100 bilhões em investimentos, segundo levantamento da consultoria Radar PPP obtido pelo CNN Money. Os setores que mais receberam investimentos no ano anterior foram:

  1. Rodovias: R$ 73,8 bilhões;
  2. Água e Esgoto: R$ 27,2 bilhões;
  3. Mobilidade: R$ 14,4 bilhões;
  4. Portos: R$ 3,5 bilhões;
  5. Educação: R$ 3,2 bilhões;
  6. Iluminação Pública: R$ 1,6 bilhão;
  7. Resíduos Sólidos: R$ 1,2 bilhão;
  8. Terminais Rodoviários: R$ 575 milhões;
  9. Saúde: R$ 474 milhões.

De acordo com o mais recente relatório iRadarPPP, elaborado pela consultoria e antecipado mensalmente pelo CNN Money, foram iniciadas 1.074 novas parcerias público-privadas em 2025.

Os maiores números foram observados nos setores de resíduos sólidos (169), unidades administrativas e serviços públicos (163), eficiência energética e tecnologia (160) e água e esgoto (150).

Os municípios continuam sendo os principais agentes participantes. O relatório revela que 88,4% (950) das parcerias são municipais. Além disso, 2,7% (29) das PPPs são originárias de consórcios públicos municipais.

Iluminação Pública

Em 2025, o Brasil ultrapassou a marca de 800 parcerias público-privadas de iluminação pública registradas, destacando esse setor como o de maior número de PPPs no país.

“Esse mercado já alcançou seu auge, com grandes contratos já firmados nas principais capitais. O destaque deste ano foi a licitação de Fortaleza, uma das últimas capitais pendentes. O desafio agora está na gestão dos contratos”, afirmou Guilherme Naves, sócio da Radar PPP, em entrevista ao CNN Money.

O especialista explica que o aumento significativo das parcerias público-privadas de iluminação pública nos últimos cinco anos está relacionado a diversos fatores estruturais. Um dos motivos é a natureza essencial e universal do serviço, com ativos claramente definidos e riscos operacionais relativamente controláveis.

Outro fator que impulsionou o aumento de iniciativas é a existência da Cosip (Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública), um tributo municipal cobrado na conta de energia elétrica para financiar os serviços de iluminação de vias e espaços públicos.

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