Protestos contra o ICE ganham força e se espalham pelos EUA
Título: Manifestações contra o ICE ganham força e se expandem pelos Estados Unidos
Manifestantes marcharam em grandes cidades dos Estados Unidos nesta sexta-feira (30), exigindo o fim da política de imigração promovida pelo governo Trump.
Os protestos tiveram início em Minneapolis, com participantes enfrentando temperaturas congelantes e clamando pelo afastamento do ICE.
Posteriormente, membros da comunidade se reuniram em um lago da cidade formando um “SOS” humano em protesto contra as ações do ICE, conforme relatado pela afiliada da CNN, KARE.
Em Nova York, os manifestantes se reuniram exibindo cartazes com mensagens como “Protestar contra o ICE não é crime” e “Justiça para todas as vítimas do ICE”, seguido de uma marcha pelas ruas de Manhattan.
O movimento se espalhou por diferentes cidades dos EUA, refletindo o apelo pelo encerramento das políticas federais de imigração.
Em Atlanta, manifestantes se reuniram em uma rua entoando em uníssono: “Imigrantes são bem-vindos aqui!”
Organizadores discursaram e músicos se apresentaram em um parque de San Antonio antes de iniciar a marcha, conforme informado pela afiliada da CNN, KABB.
Uma grande multidão se reuniu em frente à prefeitura de Los Angeles, com manifestantes agitando bandeiras e segurando cartazes, como mostrado por imagens aéreas da afiliada da CNN, KABC.
Em Albuquerque, Novo México, outro grupo de manifestantes marchou pelas ruas da cidade, conforme relatado pela afiliada da CNN, KOAT.
Grandes protestos também ocorreram em Columbia, Carolina do Sul; Filadélfia; Chicago; Milwaukee; Phoenix; Denver; e Austin, Texas.
Em Los Angeles, manifestantes confrontaram policiais e agentes do Departamento de Segurança Interna, resultando em uso de balas de pimenta e spray de pimenta laranja.
Posteriormente, muitos manifestantes se deslocaram para uma rua próxima, onde a polícia formou uma linha de contenção.
O Departamento de Polícia de Los Angeles emitiu uma ordem de dispersão para os manifestantes próximos ao prédio federal, concedendo-lhes “10 minutos para sair ou poderão ser presos”.


