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Mulheres com fibromialgia expressam suas emoções em vivência realizada pela Prefeitura

Mulheres com fibromialgia expressam suas emoções em vivência realizada pela Prefeitura

Mulheres com fibromialgia expressam suas emoções em vivência realizada pela Prefeitura

Mulheres com fibromialgia expressam suas emoções em vivência promovida pela Prefeitura

Umaitá Pires/PMG

No dia 27 de fevereiro, a Subsecretaria de Acessibilidade e Inclusão realizou a 3ª edição da vivência arte terapêutica gratuita intitulada “Mulheres de Fibra: Transformando Dor em Cor” para um grupo de mulheres diagnosticadas com fibromialgia, em sua sede no bairro Macedo. O objetivo foi permitir que as participantes expressassem suas emoções através da pintura em aquarela, em um ambiente acolhedor com espaço para diálogo e compartilhamento de vivências, criando assim uma rede de apoio mútuo.

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores no corpo, fadiga, ansiedade, entre outros sintomas, e recentemente foi reconhecida nacionalmente como uma deficiência. Em Guarulhos, a lei municipal nº 8.320/2024 assegura que as pessoas com essa condição tenham acesso aos benefícios e proteções legais destinados a pessoas com deficiência.

De acordo com a subsecretária Mayara Maia, “a fibromialgia é muitas vezes uma condição invisível aos olhos, mas intensamente sentida por aqueles que lidam com a dor diariamente. Esta vivência proporciona um espaço de acolhimento, escuta e fortalecimento emocional. Ao transformar a dor em arte, essas mulheres reafirmam sua força, sua identidade e seu direito ao cuidado”, afirmou a gestora.

Arteterapia

O grupo iniciou com uma atividade de relaxamento através do controle da respiração, seguido pela escolha de cartões com mensagens motivacionais positivas para expressar livremente seus sentimentos em aquarela em uma folha em branco.

Em seguida, as participantes receberam uma folha com o desenho de uma silhueta feminina para colorirem conforme se enxergam no mundo, em referência ao mês dedicado à mulher que se inicia em dois dias.

Mônica Paz Angelo, de 56 anos e diagnosticada com fibromialgia em 2010, participou pela primeira vez, revelando que considerou o evento muito acolhedor. Moradora do Jardim São Domingos e aposentada por invalidez, Mônica desenhou um vaso com flores, retratando esperança na pintura, simbolizando seu processo de renovação e superação dos desafios da vida.

A Subsecretaria de Acessibilidade e Inclusão faz parte da Secretaria de Direitos Humanos.

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