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Aurora boreal é vista em regiões incomuns da Europa após tempestade solar

Aurora boreal é vista em regiões incomuns da Europa após tempestade solar

Aurora boreal é vista em regiões incomuns da Europa após tempestade solar

Uma aurora boreal foi avistada em áreas pouco comuns da Europa esta semana, devido ao aumento da atividade solar que provocou condições geomagnéticas intensas. O fenômeno conhecido como “luzes do norte” foi observado tanto no noroeste da Inglaterra, na segunda-feira (19) à noite, quanto sobre a Groenlândia e Portugal, na terça-feira (20).

No Reino Unido, residentes relataram a presença de cores vibrantes de verde e rosa iluminando o céu noturno.

Um vídeo gravado em Wesham, no noroeste da Inglaterra, mostra faixas luminosas ondulando sobre edifícios durante a noite. Assista ao fenômeno:

As imagens foram verificadas pela agência Reuters, que confirmou o local com base em construções, árvores e imagens de satélite, além da data, validada por marcações de tempo em câmeras de segurança.

De acordo com o Met Office, serviço meteorológico britânico, e o Aurora Watch UK, um alerta para a possibilidade de aurora boreal foi emitido, devido ao aumento da atividade do vento solar que elevou os níveis geomagnéticos a ponto de permitir a observação do fenômeno na maioria do Reino Unido.

Na Groenlândia, o fenômeno foi avistado na terça-feira, com o céu iluminado por tons esverdeados. Especialistas afirmam que a aurora foi causada por uma ejeção de massa coronal do Sol, intensificando a interação entre partículas solares e o campo magnético da Terra.

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O evento também foi observado em várias localidades de Portugal, como Vila Real, Bragança, Viseu e Setúbal, desde a noite de segunda-feira.

A aurora boreal ocorre quando partículas carregadas emitidas pelo Sol colidem com gases da atmosfera terrestre, produzindo luzes visíveis principalmente em altas latitudes.

Episódios de maior atividade solar, como o registrado nesta semana, ampliam a área de visibilidade do fenômeno, permitindo que seja observado em locais mais distantes do Círculo Polar Ártico.

*Com informações da Agência Reuters

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