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Bia Arantes substitui Pâmela Tomé no elenco de ‘Ben-Hur’

Bia Arantes substitui Pâmela Tomé no elenco de ‘Ben-Hur’

Bia Arantes substitui Pâmela Tomé no elenco de ‘Ben-Hur’

Bia Arantes. Foto: Divulgação/Globo

A aposta da Record em expandir sua presença internacional nos dramas bíblicos ganha novo capítulo com ‘Ben-Hur’. Sob direção de Leonardo Miranda, a emissora programou a supersérie como carro-chefe do próximo ciclo e promoveu mudanças estratégicas para garantir o lançamento em setembro.

A escolha de Bia Arantes para viver Ester, papel fundamental na trajetória do protagonista, ocorreu após a saída de Pâmela Tomé, que deixou o elenco em decorrência de uma contusão na coluna. A mudança no protagonismo marca um dos pontos de virada no início da produção, que ainda traz Vinicius Redd como Judah Ben-Hur, nobre traído por Messala — personagem vivido por Miguel Moro na juventude e por Rômulo Weber na fase adulta.

No núcleo central, Ingrid Conte interpreta Iras, par de Messala, enquanto Gustavo Falcão assume o papel do influente e corrupto governador sírio Elio. Anselmo Vasconcellos compõe o elenco como Ilderin, sheik árabe retratado como patriarca respeitado e apaixonado por cavalos. Entre os nomes confirmados, destacam-se Juliana Martins, Gabriel Chadan — que faz sua estreia na emissora —, Graziella Schmitt, Nicola Siri, Floriano Peixoto e Pedro Nercessian.

O roteiro, ambientado na Judeia, mistura figuras históricas e personagens bíblicos, como Pôncio Pilatos e Jesus Cristo, e se constrói a partir do impacto da traição que condena Judah Ben-Hur à escravidão nas galés romanas. A narrativa acompanha o retorno do protagonista a Jerusalém como treinador de cavalos e culmina no aprendizado sobre perdão durante a crucificação.

Para dar suporte à produção, a Record investiu em infraestrutura de produção virtual e efeitos visuais desenvolvidos pela Casablanca. As equipes técnicas iniciam em janeiro de 2026 o mapeamento de locações brasileiras capazes de simular cenários da Antiguidade, numa estratégia editorial para garantir realismo cinematográfico às batalhas e consolidar a emissora no segmento.

A supersérie terá 50 capítulos e será distribuída simultaneamente na televisão aberta e em plataformas de streaming, numa estratégia de modernização do gênero épico e atualização do visual e dos figurinos. A narrativa busca abordar temas universais como redenção e transformação espiritual, unindo tradição bíblica e inovação tecnológica na dramaturgia nacional.

Com informações do jornal O Globo.

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