Corpo de homem é encontrado no Rio Baquirivu, em Arujá
O corpo de um homem foi encontrado submerso no Rio Baquirivu, na Avenida Governador Mario Covas Júnior, em Arujá, na segunda-feira, 26 de janeiro de 2026. A Polícia Militar atendeu a ocorrência após acionamento e, na sequência, o Corpo de Bombeiros fez o resgate, mas a vítima já estava sem vida. A informação foi registrada em relato divulgado por Aniele Santos, da TV Diário.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), equipes foram ao endereço para verificar a situação. No local, os policiais observaram indícios compatíveis com afogamento e não identificaram lesões aparentes no corpo, conforme consta no boletim de ocorrência.
Corpo no Rio Baquirivu mobiliza PM e Bombeiros
O acionamento ocorreu durante a rotina de atendimento na região. Enquanto isso, moradores e motoristas que passavam pela avenida acompanharam a movimentação de viaturas e o trabalho dos bombeiros na margem do Rio Baquirivu.
Em seguida, as equipes preservaram a área para permitir os procedimentos técnicos. O objetivo foi reduzir interferências antes da chegada dos profissionais responsáveis pela análise do local.
Perícia e IML atuam em caso de morte suspeita
A SSP informou que a perícia foi acionada e que o Instituto Médico Legal (IML) também participou da ocorrência. Além disso, a autoridade policial determinou as providências usuais para situações em que a causa da morte ainda precisa de confirmação técnica.
No entanto, até a última atualização das informações públicas, não havia divulgação de identidade da vítima, idade ou detalhes sobre circunstâncias anteriores ao encontro do corpo. Por isso, a ocorrência permaneceu formalmente em apuração.
Registro na delegacia e próximos passos
De acordo com a SSP, a autoridade policial registrou o caso como “morte suspeita”. O registro ocorreu na delegacia competente, com menção a procedimento na Delegacia de Santa Isabel e encaminhamento do caso para a Delegacia de Arujá, conforme informado no texto-base.
Como resultado, a investigação tende a reunir dados do local, eventuais imagens de câmeras próximas, relatos de testemunhas e informações periciais para esclarecer o que ocorreu. Por outro lado, esse tipo de apuração costuma depender do laudo do IML para indicar causa da morte e descartar hipóteses alternativas ao afogamento.
Enquanto a investigação não conclui as diligências, a orientação padrão das autoridades é que informações adicionais sejam confirmadas por canais oficiais, sobretudo quando houver identificação formal e laudos concluídos. A ocorrência segue registrada e vinculada aos procedimentos de praxe na região do Alto Tietê.


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