Eala e Jovic mostram a força da nova geração em Auckland
Auckland (Nova Zelândia) – Semifinalistas do WTA 250 de Auckland, a filipina Alexandra Eala e a norte-americana Iva Jovic tem mostrado a força da nova geração no torneio. Elas podem até se encontrar na final, caso vençam seus jogos na madrugada deste sábado.
Ainda em busca de seu primeiro título na elite do circuito, Eala já vai para sua terceira semifinal. A canhota de 20 anos brilhou no WTA 1000 de Miami da última temporada, quando foi semifinalista depois de eliminar favoritas, e disputou sua primeira final na grama de Eastbourne.
“Ganhar três partidas ajuda a melhorar o moral”, disse Eala, que já derrotou as croatas Donna Vekic e Petra Marcinko, além de ter superado a experiente polonesa Magda Linette nas quartas de final por 6/3 e 6/2. “Alguns dias são mais fáceis do que outros. Hoje foi um dia difícil, com muito vento, mas estou feliz por ter conseguido me recuperar depois de alguns momentos de frustração”.
“Estou feliz por ter lidado com os fatores externos e o vento. Jogar contra a Magda sempre foi difícil para mim. Ela é muito sólida, muito consistente”, explicou a filipina, que enfrentará a chinesa Xinyu Wang à 1h30 (de Brasília). “Acho que cada partida apresenta seus próprios desafios, mas definitivamente vejo uma melhora em relação à temporada passada”.
Jovic, de apenas 18 anos, já tem um título de WTA 500, conquistado em Guadalajara e vai para sua segunda semifinal no circuito. E apesar da pouca idade, a jovem norte-americana tenta se blindar da pressão, especialmente nos momentos decisivos. Ela vai desafiar a ucraniana Elina Svitolina, principal cabeça de chave e número 13 do mundo, por volta das 3h.
“Quando sinto que estou com as costas contra a parede, dou um gás extra”, disse Jovic, que bateu a belga Sofia Costoulas por 6/2 e 7/6 (8-6). “Mas estou trabalhando para manter esse gás extra o tempo todo. É sobre isso que eu e meu treinador temos conversado, tentando manter essa intensidade durante toda a partida”.
“Tento ter uma memória de peixinho dourado”, comenta a atual 35ª do ranking. “É realmente um ponto de cada vez e já vi muitas partidas mudarem muito rápido. Então, sei que cada ponto, cada pequena luta, pode fazer a diferença. Foi isso que consegui fazer no tiebreak”.



