EUA dizem ter atingido mais de 3 mil alvos no Irã em 7 dias de guerra
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) declarou que as forças americanas atingiram mais de 3 mil alvos no Irã nos primeiros sete dias da operação militar denominada “Epic Fury”. Segundo os militares, a campanha teve início às 1h15 do último sábado (28).
De acordo com o comando militar, os ataques visam desmantelar a estrutura de segurança do governo iraniano, concentrando-se em instalações consideradas ameaças imediatas. Um relatório divulgado nesta sexta-feira (6) revelou que 43 navios iranianos foram danificados ou destruídos durante a ação.
Alvos Atingidos
Conforme informado pelo Comando Central, os ataques foram direcionados principalmente a infraestruturas militares e de comando utilizadas pelas forças iranianas.
Entre os alvos estão centros de comando e controle, quartéis da Guarda Revolucionária, sistemas integrados de defesa aérea e bases vinculadas ao programa de mísseis balísticos do país.
Além disso, foram atingidas embarcações da Marinha iraniana, submarinos, posições de mísseis antinavio e instalações de comunicação militar.
Equipamentos Utilizados pelos EUA
A ofensiva envolve uma ampla gama de recursos militares dos Estados Unidos, incluindo bombardeiros estratégicos B-1 e B-2, bem como caças como F-15, F-16, F-18, F-22 e F-35.
As forças armadas também estão utilizando aeronaves de ataque A-10, drones MQ-9 Reaper e sistemas de guerra eletrônica como o EA-18G, além de aviões de reconhecimento e vigilância.
No campo da defesa, os Estados Unidos estão empregando sistemas antimísseis como Patriot e THAAD, projetados para interceptar ameaças balísticas.
Apoio Naval e Logístico
A operação também conta com porta-aviões movidos a energia nuclear, destróieres com mísseis guiados e aeronaves de patrulha marítima P-8.
Para sustentar as missões aéreas, as forças armadas estão utilizando aeronaves-tanque de reabastecimento, navios de apoio e aeronaves de transporte como C-17 Globemaster e C-130, responsáveis pela logística da campanha.
O Comando Central também afirmou que a operação inclui capacidades militares adicionais que não foram publicamente detalhadas.


