Falso 'corretor' é denunciado por golpe em venda de apartamentos no litoral de SP
Falso ‘corretor’ é denunciado por golpe em venda de apartamentos no litoral de SP
Suspeito de aplicar golpe recebeu R$ 16 mil de vítima em Guarujá g1 Santos
Um indivíduo apontado como responsável por golpes relacionados à venda de Unidades Habitacionais em Guarujá, no litoral de São Paulo, foi denunciado à prefeitura após sua imagem começar a circular nas redes sociais. A administração municipal confirmou a existência de fraudes nos contratos e orientou as vítimas a registrarem boletim de ocorrência para investigação policial.
No dia 16 de julho, um grupo compareceu à prefeitura para relatar a situação e exigir providências. A Secretaria de Habitação enfatizou que não há comercialização direta dessas unidades. Cerca de 30 pessoas se consideram lesadas e estão se organizando em um grupo no WhatsApp.
Uma mulher de 34 anos relatou ao g1 que conheceu o indivíduo por recomendação de uma amiga, em junho de 2025. Ele se apresentava como agente imobiliário. Em julho, ela transferiu R$ 13 mil via Pix e entregou mais R$ 3 mil em dinheiro como entrada, acreditando que a transação seria concluída. O contrato prometia a entrega das chaves em 29 de agosto de 2025, porém o prazo não foi cumprido.
Segundo a vítima, sempre que questionava o suspeito, ele apresentava desculpas diferentes para adiar a entrega. As justificativas se repetiram e a propriedade nunca foi entregue.
Na quinta-feira, dia 12, a foto do suspeito começou a circular nas redes sociais juntamente com alertas de golpe. Após a divulgação, outras pessoas afirmaram ter sido prejudicadas de forma semelhante.
Na reunião com os moradores, o secretário Pedro Luís de Freitas Gouvêa Jr. confirmou a existência de fraude e destacou que os contratos apresentados eram falsos. As vítimas questionaram se a prefeitura poderia registrar boletim de ocorrência, recebendo a informação de que o caso seria analisado pela Assessoria Geral do Município (AGM), responsável pelos assuntos jurídicos.
O secretário acrescentou que as próximas 600 unidades habitacionais serão destinadas a famílias selecionadas por critérios sociais, como locação, desmoronamento e alagamento, reforçando que não há possibilidade de venda direta desses imóveis.


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