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Lula sanciona, com vetos, reajuste salarial para cargos do Legislativo

Lula sanciona, com vetos, reajuste salarial para cargos do Legislativo

Lula sanciona, com vetos, reajuste salarial para cargos do Legislativo

Lula sanciona, com vetos, reajuste salarial para cargos do Legislativo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou as leis que atualizam os salários e reorganizam as gratificações dos servidores do Legislativo.

Lula rejeitou partes que permitiriam o pagamento acima do limite constitucional, atualmente em R$ 46.366,19, conhecidas como “penduricalhos”.

Os textos, aprovados pelo Congresso Nacional, foram publicados no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18): leis nº 15.349 (Câmara dos Deputados), nº 15.350 (Senado Federal) e nº 15.351 (Tribunal de Contas da União).

“A sanção parcial mantém a recomposição programada para 2026 e moderniza as carreiras. Foram vetados os escalonamentos após o atual mandato, licença compensatória que poderia exceder o teto e disposições contrárias à Constituição e à Lei de Responsabilidade Fiscal”, informou a presidência da República por meio de comunicado.

Os “penduricalhos” vetados incluíam aumentos graduais nos salários em 2027, 2028 e 2029; pagamentos retroativos de despesas contínuas; e a criação de uma licença compensatória que previa folgas convertíveis em dinheiro para atividades extras, como sessões noturnas, auditorias e plantões.

Lula também vetou regras que estabeleciam um cálculo semestral para aposentadorias e pensões.

Os dispositivos que estabelecem a recomposição remuneratória para 2026 nas três carreiras do Legislativo foram mantidos.

Confira as informações sobre a sanção da matéria no Repórter Brasil, da TV Brasil.

Além disso, foi instituída uma gratificação de desempenho para os servidores efetivos tanto da Câmara quanto do Senado, variando de 40% a 100% sobre o maior vencimento básico, substituindo a gratificação anterior e sujeita ao teto constitucional.

No caso do TCU, houve ampliação do número de cargos, elevação dos níveis de funções de confiança e exigência de nível superior para todos eles. Os cargos efetivos nas três instituições continuam reconhecidos como carreiras típicas de Estado, conferindo mais segurança jurídica aos servidores.

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