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Mounjaro clandestino: mulher é indiciada por comércio ilegal em hospital no litoral de SP

Mounjaro clandestino: mulher é indiciada por comércio ilegal em hospital no litoral de SP

Mounjaro clandestino: mulher é indiciada por comércio ilegal em hospital no litoral de SP

Comércio ilegal de medicamentos: mulher é indiciada por fornecer substância clandestina em hospital de Santos

Uma mulher foi indiciada pela Polícia Civil por realizar o comércio clandestino da substância tirzepatida, conhecida como Mounjaro, em um hospital localizado em Santos, litoral de São Paulo. A identidade da acusada foi preservada na divulgação da imagem.

O indiciamento ocorreu na última quarta-feira, dia 11, após a realização de uma operação policial que resultou na apreensão dos insumos em 2 de dezembro de 2025, quando a investigação progrediu.

Policiais do 2º DP chegaram à casa da fornecedora e também a duas profissionais de saúde de um hospital no bairro Campo Grande, após denúncias. Mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 7ª Região Administrativa Judiciária (RAJ) de Santos para os endereços das investigadas e para o hospital.

Durante a operação, foram apreendidas ampolas de tirzepatida que estavam sendo comercializadas de forma irregular pelas profissionais de saúde. Não foi informado se as envolvidas foram afastadas de suas atividades.

Em uma diligência na cidade de Praia Grande, também no litoral paulista, uma das mulheres, técnica de enfermagem, foi localizada. No local, os policiais encontraram duas ampolas sem prescrição médica e seu celular, que foi submetido à perícia.

O laudo pericial do celular revelou mensagens de WhatsApp com negociações diretas entre a técnica de enfermagem e a indiciada sobre a venda de medicamentos, incluindo diferentes dosagens. Em uma das mensagens, a técnica menciona: “Eu não vendo a dosagem de 12,5 mg, apenas a de 15 mg por ampola”. Para a polícia, isso sugere que ela possuía estoque e conhecimento técnico sobre o produto.

Segundo o 2º DP de Santos, as conversas indicam um fluxo constante de vendas e a existência de uma rede informal de distribuição. Com base nisso, a mulher foi indiciada por realizar o comércio clandestino de medicamentos.

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