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Prefeito Ricardo Nunes reforça integração entre Prefeitura, Estado e setor privado em visita estratégica à Usina da Emae

Prefeito Ricardo Nunes reforça integração entre Prefeitura, Estado e setor privado em visita estratégica à Usina da Emae

Prefeito Ricardo Nunes reforça integração entre Prefeitura, Estado e setor privado em visita estratégica à Usina da Emae

Título: Prefeito Ricardo Nunes fortalece integração entre Prefeitura, Estado e setor privado em visita estratégica à Usina da Emae

No momento mais crítico do período de chuvas, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, realizou uma visita técnica à Usina São Paulo, da Emae, no Rio Pinheiros, nesta sexta-feira (16). Ele reforçou o compromisso da atual gestão municipal com a prevenção de enchentes, a segurança da população e a cooperação entre poder público, empresas e entidades responsáveis pela infraestrutura da cidade.

A visita teve um caráter estratégico e institucional. Ao acompanhar de perto o funcionamento do sistema de controle de cheias, o prefeito ressaltou a importância da atuação integrada entre a Prefeitura de São Paulo, o Governo do Estado e a iniciativa privada para lidar com os desafios dos eventos climáticos extremos, que estão se tornando mais frequentes na capital.

Durante a visita, Ricardo Nunes conheceu as unidades de bombeamento responsáveis pela reversão do curso do Rio Pinheiros. Esse mecanismo é crucial para manter o rio em níveis seguros. Por meio das usinas elevatórias São Paulo e Pedreira, a água das chuvas é direcionada ao Reservatório Billings, impedindo transbordamentos e minimizando os impactos na mobilidade urbana e na vida dos habitantes de São Paulo.

“Estamos lidando com um sistema complexo, que envolve tecnologia, investimento e planejamento. Com um desnível de aproximadamente 25 metros entre o Rio Pinheiros e a Represa Billings, é o bombeamento que garante a preparação da cidade para enfrentar períodos de chuva intensa”, afirmou o prefeito.

A operação é coordenada pelo Centro de Operação do Sistema (COS) da Emae, que opera 24 horas por dia, monitorando dados meteorológicos, níveis dos rios e volumes de chuva. As ações seguem protocolos técnicos estabelecidos pelo Governo do Estado e são compartilhadas continuamente com órgãos como a Prefeitura de São Paulo, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL), a SP Águas e o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema).

A reversão do curso do Rio Pinheiros é realizada com base em critérios técnicos definidos pela Resolução Conjunta SMA-SSE nº 02/2010, que autoriza a operação em situações críticas, priorizando a prevenção de enchentes e seus impactos sociais e econômicos.

Além do bombeamento, a Emae realiza uma manutenção contínua das usinas elevatórias, incluindo a limpeza das grades que retêm resíduos trazidos pelos afluentes do Rio Pinheiros. Apenas em 2025, mais de 1.000 toneladas de lixo foram retiradas do sistema, evidenciando a magnitude do desafio enfrentado diariamente.

Para Ricardo Nunes, o esforço institucional deve ser acompanhado pela conscientização da sociedade. “A Prefeitura faz sua parte, investe, articula e coordena ações, mas a colaboração da população é fundamental. O lixo jogado nas ruas acaba nos córregos, entope os bueiros e compromete todo o sistema de drenagem”, alertou o prefeito.

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