Quadro de Medalhas 2026: Suíça e Suécia Lideram e Brasil Mira Pódio Histórico
O quadro de medalhas das Olimpíadas de Inverno de 2026 começa a ser desenhado nas montanhas italianas, com as primeiras finais distribuindo o ouro e definindo as potências iniciais da competição. Enquanto nações tradicionais como Suíça, Suécia e Noruega já garantiram seus lugares no topo do pódio, o Brasil acompanha atento, com sua maior delegação da história e a expectativa real de uma medalha inédita.
Abaixo, apresentamos o cenário atual dos jogos e um comparativo exclusivo com o desempenho brasileiro na última edição.
Milão-Cortina 2026: O Ouro Começa a Brilhar
As primeiras disputas de medalha, realizadas neste sábado, 7 de fevereiro, trouxeram emoção e algumas surpresas. O grande destaque foi a Suíça, que conquistou o primeiro ouro dos Jogos com Franjo Von Allmen no Descent (Esqui Alpino), superando os donos da casa. A Suécia mostrou sua força no Esqui Cross-Country, dominando o Skiathlon feminino, enquanto o Japão brilhou na neve com o ouro no Snowboard Big Air.
Quadro Parcial de Medalhas (Top 5)
Este quadro reflete as finais concluídas até o momento (7 de fevereiro):
| Classificação | País | 🥇 Ouro | 🥈 Prata | 🥉 Bronze | Total |
|---|---|---|---|---|---|
| 1º | Suécia | 1 | 1 | 0 | 2 |
| 2º | Itália | 1 | 1 | 1 | 3 |
| 3º | Noruega | 1 | 1 | 1 | 3 |
| 4º | Japão | 1 | 1 | 0 | 2 |
| 5º | Suíça | 1 | 0 | 0 | 1 |
Destaques das Primeiras Finais
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Franjo Von Allmen (SUI): Gravou seu nome na história ao vencer o Downhill masculino, a prova mais veloz do esqui alpino, deixando os favoritos italianos com a prata e o bronze.
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Frida Karlsson (SWE): Dominou o Skiathlon (10km clássico + 10km livre), liderando uma dobradinha sueca com Ebba Andersson.
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Anna Odine Strøm (NOR): Surpreendeu no Salto de Esqui (Normal Hill), garantindo o ouro para a Noruega em uma disputa acirrada.
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Kira Kimura (JPN): O japonês voou alto para levar o ouro no Snowboard Big Air, superando a concorrência com manobras técnicas e arriscadas.
Brasil: Em Busca do Inédito
Diferente de 2022, quando a participação era o foco principal, o Brasil chega a Milão-Cortina 2026 com uma mentalidade competitiva. A delegação é a maior já enviada pelo país a uma Olimpíada de Inverno, contando com 14 atletas (mais um reserva).
A grande esperança de medalha recai sobre Lucas Pinheiro Braathen, estrela do esqui alpino que trocou a bandeira da Noruega pela do Brasil. Ao lado dele, Nicole Silveira (Skeleton), que obteve o melhor resultado da história do país em 2022, chega com status de candidata ao pódio após um ciclo olímpico consistente.
Comparativo: Brasil 2022 vs. Brasil 2026
A evolução do esporte de inverno no Brasil é visível quando comparamos os dados da última edição em Pequim com a atual campanha na Itália.
| Critério | Pequim 2022 (Resultado Final) | Milão-Cortina 2026 (Atual/Projeção) |
|---|---|---|
| Total de Medalhas | 0 | 0 (Jogos em andamento) |
| Tamanho da Delegação | 10 atletas titulares | 14 atletas titulares (Recorde) |
| Melhor Resultado | 13º lugar (Nicole Silveira – Skeleton) | Expectativa de Top 3 (Lucas Pinheiro) |
| Modalidades | 5 (Esqui Alpino, Cross-Country, etc.) | 5 (Foco maior em performance) |
| Status | Participação honrosa | Candidato real a medalha |



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