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Quando as mulheres vão às ruas, algo precisa mudar

Quando as mulheres vão às ruas, algo precisa mudar

Quando as mulheres vão às ruas, algo precisa mudar

As recentes manifestações contra a violência de gênero não são exageradas nem oportunísticas. Elas são resultados de um acúmulo de dor, indignação e cansaço. Mulheres vão às ruas porque estão cansadas de gritar sozinhas dentro de casa, nas delegacias e nos corredores das instituições que deveriam protegê-las.

Protestar é uma forma legítima de exigir visibilidade e resposta. É afirmar que a violência contra mulheres não é um problema individual, mas coletivo. Quando milhares de mulheres ocupam o espaço público, estão reivindicando o básico: o direito de viver sem medo.

Desqualificar essas mobilizações é ignorar que nenhuma conquista social foi alcançada em silêncio. Direitos só avançam quando a sociedade pressiona, questiona e expõe o que muitos preferem fingir que não existe. Ouvir as ruas é parte fundamental de qualquer democracia que se pretenda justa.

Eu sou Aline Teixeira e acredito que a mobilização das mulheres é uma força transformadora e que políticas públicas avançam apenas quando a sociedade se recusa a aceitar a violência como algo normal.

*Aline Teixeira é suplente de deputada estadual. @alineteixeira.oficial.

Foto: Divulgação.

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