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Vaga não sai e dona de casa teme perder a perna após quatro dias internada no Hospital de Piúma | Jornal Espírito Santo Notícias

Vaga não sai e dona de casa teme perder a perna após quatro dias internada no Hospital de Piúma | Jornal Espírito Santo Notícias

Vaga não sai e dona de casa teme perder a perna após quatro dias internada no Hospital de Piúma | Jornal Espírito Santo Notícias

Há quatro dias, a dona de casa Célia Costa Coelho, de 59 anos, moradora do bairro Itaputanga, em Piúma, permanece internada no Hospital Nossa Senhora da Conceição à espera de uma vaga em um hospital de referência. Sem diagnóstico conclusivo e sem acesso ao tratamento especializado de que necessita, ela afirma viver momentos de angústia e teme perder a perna ou até mesmo a própria vida.

Desesperada, Célia entrou em contato com a jornalista Luciana Máximo e fez um apelo emocionado:

“Pelo amor de Deus, me ajuda.”

Na tarde deste domingo (28), Luciana esteve no hospital e conversou com a paciente. Célia fez questão de destacar o atendimento humanizado que vem recebendo da equipe médica e de enfermagem da unidade. Segundo ela, o problema não está no atendimento prestado pelo hospital, mas na falta de estrutura para realizar o diagnóstico e o tratamento especializado que seu caso exige.

De acordo com a paciente, os primeiros sintomas surgiram na última quarta-feira. Ao ir ao banheiro, percebeu uma grande mancha roxa na perna, acompanhada de intensa sensação de queimação. Desde então, o quadro evoluiu rapidamente.

“Começou com uma queimação. Depois apareceu uma mancha roxa e foi se espalhando desse jeito. A cada dia aumenta mais. Estou aqui há quatro dias e, até agora, só fiz exame de sangue. Os médicos ainda não sabem o que eu tenho. Minha perna está ficando cada vez mais preta. Me ajuda, pelo amor de Deus”, relatou.

Procurada pela reportagem, a coordenação de Enferrmagem do Hospital Nossa Senhora da Conceição informou que, na tarde deste domingo, a Central Estadual de Regulação solicitou a realização de um exame de raio-X da perna da paciente. Após a conclusão do exame, o resultado será anexado ao prontuário e encaminhado à Central de Regulação, responsável pela definição da vaga em unidade de maior complexidade.

A reportagem também entrou em contato com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para esclarecer como funciona o processo de regulação e quais os motivos da demora na transferência da paciente. Até o fechamento desta matéria, a secretaria ainda não havia se manifestado.

O espaço permanece aberto para o posicionamento oficial da Sesa.

 

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