Orelha, e não somos ouvidos
Um jovem de 15 anos, após matar um taxista durante um assalto, declarou: “Avisaram para não mexer. Ele mexeu, eu atirei”. Sem drogas, sem raiva aparente, ele revelou total indiferença pela vida alheia. Essa falta de empatia e remorso levanta questões sobre a presença da maldade em nossa espécie, caracterizada pelo desenvolvimento único do córtex pré-frontal. Diante dessa situação, é difícil não considerar a possibilidade de estar diante de um psicopata.
Recentemente, em Santa Catarina, quatro jovens agrediram brutalmente um cachorro chamado Orelha, que foi encontrado à beira da morte. Os detalhes desses atos cruéis, que levaram à eutanásia do animal, são chocantes e demonstram uma maldade extrema. Essas ações não só afetaram Orelha, mas também outros cães da região, que foram agredidos de forma igualmente desumana.
Diante desses eventos perturbadores, somos confrontados com a impotência e a dificuldade em proteger não apenas os animais, mas a sociedade como um todo. A falta de compaixão e respeito pela vida animal levanta questionamentos sobre a valorização da vida em geral. Será que um dia seremos capazes de garantir a justiça e a segurança, independentemente da crueldade dos crimes cometidos?


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