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a próxima catástrofe climática começou

a próxima catástrofe climática começou

a próxima catástrofe climática começou

O calor parece mais intenso. Os alimentos estão mais caros. As secas duram mais tempo. As enchentes chegam com mais força. E os especialistas começam a fazer uma pergunta que até pouco tempo parecia exagerada: estamos entrando em uma nova fase da crise climática?

A edição 38 da Revista Liberta parte justamente desse alerta.

Na capa, uma imagem perturbadora: um Brasil coberto por rachaduras, marcado pela seca e pela escassez. Não é uma projeção distante. É um retrato cada vez mais próximo da realidade.

Sob o título “Alerta: Super El Niño vem aí”, a revista reúne pesquisadores, economistas, ambientalistas e jornalistas para analisar o que pode acontecer se as previsões mais preocupantes se confirmarem.

O pesquisador do Cemaden, Pedro Ivo Camarinha, explica por que o país continua vulnerável mesmo depois de anos de tragédias anunciadas. O ambientalista Mario Moscatelli mostra como rios, florestas e cidades já estão sentindo os efeitos das mudanças climáticas. E a economista Deborah Magagna analisa o impacto sobre a produção agrícola, os preços dos alimentos e a economia.

O ponto central da edição é desconfortável: talvez o maior risco não seja o Super El Niño em si, mas a incapacidade do país de responder aos desastres que ele pode agravar.

A discussão continua fora das páginas da revista

No próximo dia 9, o Instituto Conhecimento Liberta promove o evento especial “Super El Niño e a Catástrofe Climática”, com Eduardo Moreira e o cientista Guy McPherson. O encontro discutirá os cenários climáticos projetados para os próximos anos, os impactos sobre a produção de alimentos, a economia e a própria capacidade humana de adaptação.

Outras crises ajudam a explicar o momento que vivemos

As investigações sobre o Banco Master ganham novos capítulos. A disputa pelo futuro do bolsonarismo coloca Michelle Bolsonaro no centro das articulações para 2026. Reportagens revelam conexões entre o mercado financeiro e investigações sobre crime organizado. A ofensiva de Donald Trump na América Latina volta ao radar. E um médico brasileiro relata o que viveu após participar de uma missão humanitária rumo a Gaza.

Em comum, todas as reportagens apontam para a mesma questão: o que acontece quando instituições, governos e sociedades ignoram sinais de alerta durante tempo demais?

A crise climática já deixou de ser um problema do futuro.

A pergunta que atravessa esta edição é outra: quando a próxima grande catástrofe chegar, o Brasil estará preparado ou voltará a descobrir, tarde demais, que os avisos estavam por toda parte?

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Assine a Revista Liberta e tenha acesso completo às reportagens, análises e bastidores da edição 38.

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