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Figueiredo, fiel escudeiro de Eduardo Bolsonaro, defende Ricardo Magro, megafraudador da Refit

Figueiredo, fiel escudeiro de Eduardo Bolsonaro, defende Ricardo Magro, megafraudador da Refit

Figueiredo, fiel escudeiro de Eduardo Bolsonaro, defende Ricardo Magro, megafraudador da Refit

Paulo Figueiredo defendeu Ricardo Magro, líder do grupo Refit, em uma postagem nas redes sociais, rebatendo as declarações feitas por Luiz Inácio Lula da Silva sobre o empresário. Figueiredo afirmou que o caso se trata de uma questão tributária, negando a existência de mandado de prisão contra Magro, sua condição de réu em processo penal e a difusão vermelha da Interpol.

Lula mencionou a “operação Refit” em um discurso no Planalto, em janeiro de 2026, onde destacou o bloqueio de cinco navios contendo 250 milhões de litros de gasolina contrabandeada. O presidente defendeu a atuação do Estado contra a corrupção e o crime organizado.

A versão apresentada por Figueiredo contrasta com as informações divulgadas pela Fórum sobre a Refit e Ricardo Magro. A revista publicou detalhes sobre como a empresa se tornou alvo de investigações que envolvem operadores financeiros, figuras políticas e a Operação Carbono Oculto.

Investigações revelam esquema complexo

Segundo apurações da Fórum, a Refit teria utilizado 15 offshores e fundos nos Estados Unidos para lavar cerca de R$ 1 bilhão em transações imobiliárias, conforme dados da Receita Federal. A revista também apontou a existência de uma estrutura societária nos EUA e movimentações financeiras no mercado imobiliário norte-americano.

Além disso, a revista destacou a conexão entre o Banco Master, Refit e a Operação Carbono Oculto, revelando uma rede que envolve combustíveis, grandes transações financeiras e figuras influentes no meio político e empresarial.

As declarações de Figueiredo, minimizando a situação de Magro como uma questão de não pagamento de impostos, ignoram as investigações jornalísticas já divulgadas sobre o grupo. A Refit tem sido associada a um esquema de grande escala no setor de combustíveis, não apenas por debates nas redes sociais, mas por informações documentadas em reportagens e pronunciamentos do governo.

Contraponto às narrativas existentes

Enquanto Figueiredo tenta simplificar o caso como uma disputa tributária, a realidade é que a Refit e seu controlador estão no centro de uma série de investigações que apontam para práticas questionáveis e conexões complexas no cenário empresarial e político.

Para mais detalhes, acesse a matéria completa no site da Revista Fórum.