Previsão do tempo em SP: sábado 24 tem chuva e 25°C
A previsão do tempo em SP para este sábado, 24 de outubro, mantém a capital sob instabilidade. Muitas nuvens e pancadas de chuva seguem sobre o estado, segundo o Climatempo. O sol pode aparecer entre nuvens, e os termômetros ficam entre 17°C e 25°C.
O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura projeta mínima de 18°C e máxima que pode superar os 25°C. O dia começa com sol entre nuvens e temperaturas em elevação, com umidade acima de 60%.
O sábado abre a véspera do segundo turno, que ocorre no domingo, 25. A chuva rápida deve cair pela manhã, à tarde e também durante a noite na cidade de São Paulo.
Sábado de instabilidade na capital paulista
Além disso, o restante do estado ainda tem calor abafado em áreas do interior, apesar do excesso de nebulosidade. As pancadas continuam frequentes, e o Climatempo mantém o alerta para chuva forte e temporais em São Paulo até domingo.
Entre o meio da tarde e a noite, a aproximação de uma frente fria deve provocar pancadas de moderada a forte intensidade, com raios e rajadas de vento que podem superar os 50 km/h. Consequentemente, o risco de alagamentos e de queda de árvores sobe na Grande São Paulo.
Na capital, os volumes previstos são mais baixos do que nas áreas atingidas na semana. Ainda assim, a situação recorda o temporal que atingiu a Grande SP na quinta-feira, com granizo e alagamentos.
Outubro já registrou 129,6 milímetros de chuva na cidade, volume cerca de 15,7% superior aos 112 milímetros esperados para o mês, segundo o CGE.
Frente fria e ciclone extratropical se formam no Sul
No Sul do país, uma nova frente fria começa a se organizar, acompanhada pela formação de um ciclone extratropical. Como resultado, a instabilidade ganha força sobre a Região Sul ao longo do fim de semana.
Portanto, quem vai viajar entre São Paulo e os estados do Sul deve acompanhar os avisos meteorológicos. As condições mudam rápido em áreas de serra e no litoral, onde o vento costuma ficar mais forte.
Em caso de temporal, a recomendação das defesas civis é evitar áreas abertas, não estacionar sob árvores e redobrar a atenção em vias com histórico de alagamento. O CGE orienta não enfrentar correntezas nem se aventurar em áreas inundadas. Para informações sobre vias bloqueadas, a central é a 156, e os telefones 199 e 193 atendem ocorrências com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.
Paraná concentra o maior risco de temporais
O Paraná tem o cenário mais preocupante. O estado pode registrar temporais intensos, granizo, ventania e chuva volumosa.
Consequentemente, o solo já encharcado e o nível elevado dos rios aumentam o risco de enchentes e deslizamentos em áreas vulneráveis. As defesas civis estaduais pedem atenção redobrada em municípios com histórico de alagamento.
Os avisos de risco costumam valer por 24 horas e podem ser atualizados conforme a frente fria avança. A orientação é acompanhar os canais oficiais da defesa civil e da prefeitura de cada cidade, porque a intensidade da chuva varia entre bairros.
Domingo de votação deve ter chuva em SP
O cenário muda novamente no domingo, 25, quando a frente fria avança pelo estado e intensifica a instabilidade. As projeções do Climatempo indicam mínima de 16°C, máxima de 21°C e chance de chuva de 91%, com pancadas durante o dia e à noite.
Por outro lado, os volumes na capital devem ficar abaixo do que o esperado para episódios severos. Ainda assim, o eleitor que sai cedo para votar pode pegar chuva forte em pontos isolados.
Quem vota à tarde tem tempo mais estável, mas com céu nublado. Portanto, o guarda-chuva é item obrigatório na mochila de quem pretende sair de casa.
O que esperar daqui para frente
A tendência é de melhora gradual apenas no início da próxima semana, quando a frente fria se afasta para o oceano. Até lá, o guarda-chuva segue obrigatório na Grande São Paulo.
Para o restante de outubro, a expectativa é de chuvas dentro da média histórica na capital. No entanto, episódios de curta duração com alta intensidade seguem como o padrão da primavera paulistana.
As informações são do instituto Climatempo, em reportagem publicada pela VEJA, e do CGE, em reportagem do g1.

Foto: Reprodução / VEJA
Com informações de VEJA e g1
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