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Djokovic busca ampliar seis recordes em Shanghai

Djokovic busca ampliar seis recordes em Shanghai

Djokovic busca ampliar seis recordes em Shanghai

Novak Djokovic conhece nesta quinta-feira seu adversário de estreia no Masters 1000 de Shanghai, na China. O sérvio, número oito do mundo, chega embalado pela campanha em Pequim e tem o torneio como um dos mais especiais da carreira. Ali, ele detém seis recordes históricos, todos em jogo nesta edição.

O primeiro deles é o de títulos. Djokovic soma quatro conquistas em Shanghai, em 2012, 2013, 2015 e 2018, mais do que qualquer outro tenista. Ele também acumula o maior número de finais, com cinco decisões disputadas no piso chinês.

Djokovic Masters de Shanghai: os seis recordes em jogo

O segundo recorde é de finais, com cinco. O terceiro envolve títulos consecutivos. O sérvio divide a marca com Andy Murray, que ganhou em 2010 e 2011 e voltou a levantar o troféu em 2016. Djokovic igualou a sequência ao vencer duas vezes seguidas.

O quarto recorde é o de partidas disputadas. Com 50 jogos no torneio, o sérvio é quem mais entrou em quadra na história do Masters chinês. O quinto é o de vitórias, com 43 triunfos acumulados.

O sexto número é o mais expressivo. Djokovic tem o maior percentual de vitórias do torneio, com 86% de aproveitamento. Nenhum outro tenista alcançou marca semelhante em Shanghai.

Uma única derrota em finais

Apesar do domínio, Djokovic conhece o sabor da derrota na decisão. A única vez que perdeu uma final em Shanghai foi em 2024, para o italiano Jannik Sinner. O resultado marcou a ascensão do jovem italiano no circuito.

Além de Sinner, apenas outros quatro tenistas conseguiram superar Djokovic no torneio. São eles Nikolay Davydenko, Roger Federer, Roberto Bautista Agut e Stefanos Tsitsipas. A lista curta mostra o quanto o sérvio costuma dominar o piso chinês.

Na edição passada, Djokovic chegou às semifinais. O desempenho em Shanghai pode ser decisivo na briga por uma vaga no ATP World Finals. No momento, o sérvio ocupa a última posição classificatória para o torneio de encerramento da temporada.

Estreia na quinta-feira

O adversário de Djokovic na estreia de 2026 sai do duelo entre o australiano James Duckworth e o polonês Hubert Hurkacz. Os dois se enfrentam antes, e o vencedor encara o sérvio na sequência do torneio.

O sérvio chega em boa fase. Na semana anterior, ele venceu Alexander Zverev em Pequim, em um jogo que serviu como resposta às dúvidas sobre seu momento. “Ainda posso vencer os melhores”, resumiu o próprio Djokovic depois da vitória.

A temporada de 2026 tem sido de transição no topo do ranking. O italiano Sinner encerrou a temporada e perdeu o número um para Zverev, o que abriu espaço para novos nomes. Djokovic, por sua vez, segue como um dos poucos veteranos capazes de incomodar a nova geração.

Em Shanghai, o sérvio tem a chance de ampliar marcas que já pertencem só a ele. Cada partida passa a valer um recorde a mais. A torcida chinesa, que costuma lotar as quadras do torneio, deve acompanhar de perto.

O que esperar daqui para frente

Uma boa campanha em Shanghai pode recolocar Djokovic na disputa direta pela vaga no ATP World Finals. Do outro lado, uma eliminação precoce complica a briga e aumenta a pressão sobre a reta final do calendário.

Para o tênis mundial, o torneio também serve como termômetro. A nova geração, liderada por Sinner e Zverev, tenta consolidar a hegemonia, enquanto Djokovic resiste. O duelo entre passado e presente do esporte deve se repetir mais uma vez na China.

Enquanto isso, os brasileiros seguem em busca de espaço em quadras menores. Jovens como Cadu Lino avançam em torneios juvenis e sonham com o circuito profissional. O caminho, no entanto, é longo.

Com informações de Tenis News.

RedeBrasil

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