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Itaú leiloa 139 imóveis com lances a partir de R$ 35,6 mil

Itaú leiloa 139 imóveis com lances a partir de R$ 35,6 mil

Itaú leiloa 139 imóveis com lances a partir de R$ 35,6 mil

O Itaú Unibanco realiza, em parceria com a Frazão Leilões, um leilão com 139 imóveis em 15 estados e no Distrito Federal. O Itaú leiloa imóveis com lances mínimos que vão de 35,6 mil a 2,45 milhões de reais. Os interessados podem se habilitar até 14 de outubro, às 11h.

Onde estão os imóveis do leilão

São Paulo reúne 45 imóveis e o Rio de Janeiro, 37. Juntos, os dois estados concentram 82 propriedades, o equivalente a cerca de 59% dos lotes. Minas Gerais aparece com dez imóveis, enquanto Bahia e Rio Grande do Sul contam com nove cada.

Esse recorte reforça o peso do Sudeste na disputa. São Paulo e Rio também costumam atrair mais interessados por causa da liquidez do mercado imobiliário, o que pode elevar o número de lances por lote.

Do terreno mais barato à casa em Santos

O menor lance inicial é de um terreno no bairro Araruna II, em Timbaúba, Pernambuco. A propriedade tem 476,70 metros quadrados e exige pagamento à vista, com desconto de 10%, conforme as condições do edital.

No outro extremo está uma casa no bairro Morro Nova Cintra, em Santos, no litoral paulista. O imóvel tem cerca de 3.140 metros quadrados de terreno e 549 metros quadrados de área construída. O edital prevê condições específicas de pagamento para esse lote.

Como participar

A participação ocorre pelo site da Frazão Leilões. As condições de pagamento e as responsabilidades do comprador variam entre os lotes. Por isso, o interessado deve verificar o edital e a documentação de cada imóvel antes de dar o lance.

Vale lembrar que imóveis de leilão costumam sair por valores abaixo do mercado. Em troca, exigem atenção redobrada à situação jurídica do bem e ao estado de conservação. Dívidas de condomínio e de IPTU, por exemplo, podem recair sobre o comprador em alguns casos.

O que esperar daqui para frente

Leilões de bancos ganharam força com o aumento de créditos inadimplentes. Para o comprador atento, é uma chance de adquirir imóveis com desconto. Já para o banco, é uma forma de limpar o balanço e recuperar parte do valor emprestado.

Quem pretende participar deve organizar a documentação com antecedência. A habilitação termina em 14 de outubro, e o processo costuma ser digital. Assim, não há tempo hábil para deixar tudo para a última hora.

Leilão judicial e venda direta

Os leilões de imóveis costumam ter duas modalidades. Na primeira, os bens vêm de processos judiciais e seguem as regras definidas pelo juiz. Na segunda, o próprio banco vende o imóvel que retomou do devedor, como neste caso do Itaú.

A venda direta tende a ser mais simples, porque não depende de decisão judicial a cada etapa. Mesmo assim, o comprador precisa conferir se o bem está livre de ocupantes e de dívidas pendentes antes de fechar o negócio.

O que checar antes de dar o lance

O primeiro item é a matrícula do imóvel, que mostra a situação jurídica e eventuais ônus. O segundo é o edital, onde constam o valor mínimo, a forma de pagamento e as obrigações do arrematante.

Também é preciso avaliar o estado de conservação. Como a visita nem sempre é possível, o interessado pode recorrer a fotos, a vizinhos e a registros públicos para se informar. Uma leitura calma do edital evita surpresas depois da arrematação.

Por outro lado, quem pesquisa bem encontra boas oportunidades. Terrenos e casas com lance inicial baixo aparecem com frequência em leilões bancários, principalmente em regiões fora dos grandes centros.

Com informações de VEJA.

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Imagem: Reprodução / VEJA

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