Acusado de perseguir adolescente e se masturbar em carro no litoral de SP nega crime e é liberado; entenda
Título: Acusado de perseguir adolescente e se masturbar em veículo no litoral de São Paulo nega acusação e é liberado; compreenda o caso
Homem é acusado de importunação sexual por perseguir jovem de carro
O indivíduo, de 36 anos, foi indiciado por importunação sexual após alegações de que teria se masturbado enquanto dirigia e perseguia uma adolescente de 15 anos. No entanto, ele negou veementemente o ocorrido, afirmando que estava em Mongaguá, litoral de São Paulo, a trabalho para realizar a instalação de um ar-condicionado. O suspeito, que reside em Itanhaém, cidade vizinha, foi liberado após prestar depoimento.
Apesar da negativa do homem, a vítima o reconheceu. A jovem relatou à mãe que o motorista a seguiu ao sair da escola e a chamou para mostrar que estava se masturbando, proferindo as palavras “Moça, olha aqui”, de acordo com a mãe da adolescente.
Imagens de monitoramento obtidas pelo G1 mostram a vítima correndo por uma rua após o incidente no bairro Santa Eugênia. Segundo a mãe, o homem estava seminu dentro do veículo, o que causou pânico na garota ao chegar em casa.
Depoimento
O crime teria ocorrido na sexta-feira (10) e foi denunciado pela mãe da adolescente na segunda-feira (13), que apresentou as imagens de monitoramento às autoridades. A Polícia Civil iniciou então uma investigação que resultou na identificação do suspeito.
O homem foi conduzido à delegacia na terça-feira (14), onde a vítima o reconheceu como o autor da importunação. No entanto, ele negou veementemente as acusações.
Em seu depoimento, o suspeito afirmou que reside em Itanhaém e estava em Mongaguá para prestar serviços de instalação de ar-condicionado, sem ter abordado ou assediado qualquer mulher após o término do trabalho. Questionado sobre o meio de transporte, ele confirmou que estava utilizando o veículo flagrado no sistema de monitoramento, que pertence ao seu pai, mas que ele utilizou exclusivamente no dia do incidente.
O suspeito colaborou entregando seu celular, que foi apreendido. Mesmo assim, ele não foi detido por falta de flagrante. Ele foi indiciado por importunação sexual, e a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Mongaguá prossegue com as investigações para esclarecer o caso.
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