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“Lula apura rigorosamente o caso Vorcaro”, diz Alckmin sobre Banco Master

“Lula apura rigorosamente o caso Vorcaro”, diz Alckmin sobre Banco Master

“Lula apura rigorosamente o caso Vorcaro”, diz Alckmin sobre Banco Master

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta terça-feira (10) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está examinando minuciosamente os desdobramentos do caso Banco Master na mídia e no sistema judicial.

Durante uma entrevista ao apresentador José Luiz Datena na EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), Alckmin também declarou que “ninguém dentro do governo está impedindo investigações”, em resposta a possíveis tentativas de proteger o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”.

O filho do presidente tem sido o foco de um embate entre o governo e a oposição em relação ao pedido de quebra de sigilo bancário e de comunicações, no contexto da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS. Recentemente, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, suspendeu a autorização para a quebra de sigilo, porém a presidência do comitê afirmou que vai recorrer da decisão.

Fortalecimento das instituições

Alckmin também enfatizou que a resolução de casos semelhantes ao Banco Master deve envolver o fortalecimento das instituições brasileiras e a melhoria de mecanismos como o FGC (Fundo Garantidor de Crédito), para evitar danos à base do país.

“As pessoas passam, mas as instituições permanecem. É um processo contínuo de aprimoramento das instituições. Não há ninguém acima da lei. Estamos apenas começando”, afirmou Alckmin.

Além disso, como ministro do Comércio, Indústria e Serviços, ele defendeu a liderança da PF (Polícia Federal) na condução do caso Banco Master e na prisão do ex-controlador da instituição, Daniel Vorcaro.

“Tudo isso vem de muito tempo atrás, do governo anterior. Está claro que havia pessoas dentro do Banco Central envolvidas. É crucial investigar os mecanismos de prevenção de fraudes e aplicar punições severas. O papel da PF foi essencial e tem total liberdade para agir”, concluiu.

*sob supervisão de Leandro Bisa

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