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Torcedor reúne os ‘Ramones’ do Vasco em uma única imagem

Torcedor reúne os ‘Ramones’ do Vasco em uma única imagem

Torcedor reúne os ‘Ramones’ do Vasco em uma única imagem

vascainocronico

Ainda não vi o suficiente de Ramon Rique no profissional. Confio, contudo, nos amigos que dispõem da plataforma Paramount. Todos vaticinaram, em uníssono: vai dar jogador.

Em se confirmando tal previsão, estaremos diante de uma feliz continuidade para a dinastia Ramon no Club de Regatas Vasco Gama. Trata-se de um nome que, ao longo da história, tem nos proporcionado alguma sorte, tanto dentro do campo quanto na área técnica.

Derivado do germânico Raginmund e espalhado na península ibérica pelos visigodos, durante a Idade Média, o prenome Ramon tornou-se comum na Espanha, bem como nas colônias espanholas na América Latina. Vê-se que é um produto das invasões bárbaras. Mas bárbara, mesmo, foi sua entrada no Vasco…

Tudo começou nos anos 20. Personagem à frente de seu tempo, o treinador uruguaio Ramón Platero instituiu uma rotina de treinos que transformou os Camisas Negras numa equipe avassaladora, notadamente na 2º etapa dos jogos. Por obra de Ramón, a superioridade do Vasco sobre as outras equipes ficou muito evidente, levando-as a um deplorável piti preconceituoso, exemplarmente rebatido em nossa Resposta Histórica.

Décadas depois, o Vasco adquiriu um legítimo herdeiro da linhagem ramonesca: o ponta-esquerda Ramon, artilheiro do Brasileiro de 73 pelo Santa Cruz. A química foi instantânea. Ramon teve ótimos momentos no timaço de 77.

Em 1996, aportou em São Januário, advindo do Bayer Leverkusen, mais um expoente chamado Ramon, que formou com Juninho uma das maiores duplas de meio-campo do Vasco em todos os tempos. Seu sobrenome – Menezes – tornou-se mais conhecido quando ele virou técnico. Nessa função, chegou a ter, sob seu comando, o xará da lateral esquerda, embora não tenha podido utilizá-lo, por conta de séria contusão. Ramon Motta encontrava-se, então, no fim de sua bela carreira, cujos pontos mais altos se deram no Vasco (duas ótimas passagens) e no Besiktas.

O controverso Ramón Díaz completa a árvore genealógica dos “ramones” vascaínos. As bobagens que andou dizendo não rasuram por completo a epopeia por ele escrita em 2023.

Com tantos “antepassados” de renome, é de se supor que Ramon Rique honrará a nobre estirpe. Bora acreditar? Hey, ho, let’s go!

Fonte: Instagram Vascaíno Crônico

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