São Paulo confirma 14º caso de sarampo em 2026 e reforça vacinação em Guarulhos
Estado reforça imunização em Guarulhos após São Paulo registrar 14º caso de sarampo em 2026
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou mais um caso de sarampo, elevando para 14 o total de ocorrências em 2026. Como prevenção, a pasta mantém a recomendação da dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 a 11 meses residentes em Guarulhos, São Paulo e São Bernardo do Campo.
O novo caso foi identificado na capital paulista, envolvendo um bebê com menos de um ano não vacinado contra a doença. Segundo a Secretaria, os casos confirmados este ano afetam bebês de até 2 anos e adultos entre 20 e 50 anos.
Essa dose é uma proteção adicional e não substitui o calendário vacinal padrão. Após receber a dose zero, a criança deve ser imunizada novamente aos:
12 meses: primeira dose da vacina tríplice viral;
15 meses: segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral.
Cobertura vacinal abaixo da meta
De acordo com a SES-SP, a cobertura vacinal em 2026 está abaixo do índice ideal.
Atualmente, os índices são:
Primeira dose: 77,5%;
Segunda dose: 65,5%.
A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é de 95% para ambas as doses. A diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica, Tatiana Lang, enfatizou a importância da vacinação.
“A vacinação é a maneira mais segura e eficaz de prevenir o sarampo. É crucial que pais e responsáveis verifiquem a caderneta de vacinação das crianças, e que adolescentes e adultos busquem uma unidade de saúde para atualizar o esquema vacinal quando necessário”, afirmou.
Quem deve se vacinar
Dose zero
Bebês de 6 a 11 meses residentes em Guarulhos, São Paulo e São Bernardo do Campo.
A aplicação também pode ser indicada em ações de bloqueio vacinal para crianças nessa faixa etária que tiveram contato com casos suspeitos ou confirmados.
Vacinação padrão
Crianças
12 meses: primeira dose da tríplice viral;
15 meses: segunda dose, preferencialmente com a tetraviral.
Pessoas de 5 a 29 anos
Devem comprovar duas doses da tríplice viral.
Pessoas de 30 a 59 anos
Devem comprovar uma dose da tríplice viral.
Profissionais da saúde
Devem comprovar duas doses, independente da idade.


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