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Metrô de SP aceita Pix nas máquinas de bilhete

Metrô de SP aceita Pix nas máquinas de bilhete

Metrô de SP aceita Pix nas máquinas de bilhete

A partir desta semana, o Metrô de SP aceita Pix na compra de bilhetes QR Code nas máquinas de autoatendimento das estações. A novidade começou na Linha 1-Azul e vai alcançar o restante do sistema até 30 de outubro. A implantação é gradual e não exige cadastro prévio nem aplicativo bancário específico.

Com a mudança, o passageiro ganha mais uma forma de entrar no sistema sem depender de dinheiro em espécie ou de cartão físico. O Metrô afirma que a medida faz parte de um pacote de modernização dos meios de ingresso nas linhas.

Como funciona o pagamento por Pix no Metrô de SP

O passageiro chega à máquina ATM, escolhe o bilhete unitário e seleciona o Pix como forma de pagamento. Em seguida, a tela exibe um QR Code. O usuário lê o código com o aplicativo do banco e confirma a operação pelo celular.

Depois da confirmação, a própria máquina imprime o bilhete QR Code na hora. O papel já sai pronto para ser usado nas catracas, sem necessidade de passar pelo guichê. As máquinas ficam disponíveis em todas as estações do sistema.

Esses equipamentos já aceitavam cartões de débito. Agora, o Pix entra como alternativa para quem prefere pagar direto da conta ou não carrega cartão na carteira.

Cronograma: quais linhas já aceitam Pix

A liberação segue um calendário definido pela Autopass, empresa que opera o sistema TOP. Na Linha 1-Azul, todas as máquinas estavam habilitadas até 22 de outubro, segundo o portal Leia SP.

A Linha 2-Verde recebe a configuração nos dias 23 e 26 de outubro. A Linha 3-Vermelha entra nos dias 27 e 28. A Linha 15-Prata fecha o cronograma em 29 e 30 de outubro.

Quem usa as linhas que ainda não foram configuradas continua pagando como antes. Nenhuma estação deixou de vender bilhete durante o período de transição.

Bilhete Edmonson se despede após 52 anos

A modernização também marca o fim de um símbolo do transporte paulistano. O bilhete magnético Edmonson, usado desde o início da operação comercial do Metrô, em 1974, será aposentado após 52 anos de circulação.

Segundo a companhia, todo o ecossistema desse bilhete ficou obsoleto, com manutenção difícil e custo alto. Por isso, a substituição por meios digitais se tornou inevitável. Os passageiros têm até 31 de outubro para usar o que ainda restar nas estações.

Depois dessa data, o Metrô vai disponibilizar postos de troca para quem ainda tiver o bilhete antigo em casa. A orientação é não descartar as unidades antes de conferir os pontos de atendimento.

Quais são as formas de pagar a passagem hoje

O passageiro tem hoje várias alternativas para entrar no sistema. Além dos tradicionais guichês de venda, é possível usar os cartões Bilhete Único e TOP, cuja recarga pode ser feita em diversos pontos da cidade.

As passagens também podem ser compradas por WhatsApp, no número 11 3777-9456, e pelo aplicativo TOP, disponível para Android e iOS. As máquinas ATM nas estações completam a lista, agora com a opção do Pix.

Há ainda o pagamento por aproximação diretamente nas catracas. O recurso chegou em dezembro do ano passado e foi ampliado em setembro para todas as catracas. Ele aceita cartões de crédito e débito, físicos ou virtuais em celulares e relógios inteligentes.

Por que o Metrô aposta em mais opções de pagamento

A companhia afirma que o objetivo é simplificar o acesso ao transporte público e atender a diferentes perfis de passageiros. Em um sistema que transporta milhões de pessoas por dia, cada minuto economizado na fila do guichê pesa no resultado.

A medida dialoga com outras políticas de mobilidade da capital. Desde 2023, o programa Domingão Tarifa Zero já transportou centenas de milhões de passageiros sem cobrança aos domingos, dentro do mesmo esforço de ampliar o acesso ao transporte. O modelo já foi defendido como caminho para aliviar o peso da tarifa no orçamento das famílias.

Especialistas em mobilidade costumam apontar que a variedade de meios de pagamento reduz filas e incentiva o uso do transporte coletivo. Para o Metrô, a aposta é que o Pix acelere esse movimento nas estações mais movimentadas.

Por que o Pix facilita a vida de quem usa o Metrô

O Pix é o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central em 2020. Ele funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e não cobra tarifa para pessoas físicas na maioria dos bancos.

Para o passageiro, isso significa comprar o bilhete sem depender de dinheiro em espécie. A transação é concluída em poucos segundos, o que ajuda a reduzir a fila nas máquinas de autoatendimento das estações mais movimentadas.

A variedade de canais reflete uma mudança no perfil de quem usa o Metrô. Boa parte dos passageiros já carrega o celular com carteira digital habilitada e prefere resolver tudo pelo próprio aparelho.

Com informações de Leia SP (leiasp.com)

RedeBrasil

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